Doença de Parkinson

Publicado em 2 de julho de 2007, segunda-feira.

A doença de Parkinson é uma doença que foi descrita em 1817, pelo médico e pesquisador James Parkinson. A doença de Parkinson é uma doença neurológica, que afeta todos os movimentos do individuo. Assim como: tremores, lentidão dos movimentos, rigidez muscular, tonturas, e alterações na fala e na escrita.

A Doença de Parkinson é uma doença sem causa definida, mas existem outras formas de parkinsonismo, como os casos genéticos ou secundários a outras doenças, e mesmo os chamados parkinsonismos atípicos podem existir, acometendo pessoas de todas as idades e sexos, mas com prevalência maior em idosos.

Muitos anos depois a sociedade ainda não tem muito conhecimento sobre a doença de Parkinson. O que não é de se assustar, pois até entre os parkinsonianos não sabem que portam a doença.

Também não há evidências de que seja uma doença hereditária. Apesar dos avanços científicos, ainda continua incurável e sem descoberta da causa.

A Doença de Parkinson é efeito da degeneração das células situadas em uma região do cérebro chamada substância negra.

A substância chamada dopamina, que conduz as correntes nervosas ao corpo é produzida pelas células degeneradas. A falta ou a redução da substancia afeta os movimentos do paciente, provocando os sintomas acima indicados.

A doença pode atingir qualquer tipo de pessoa, independentemente de sexo, raça, cor ou classe social. A doença de Parkinson é mais provável afetar idosos. A maioria das pessoas tem o inicio dos sintomas geralmente é partir dos 50 anos de idade. Mas pode também acontecer nas idades mais jovens, embora os casos sejam mais raros.

O diagnóstico da doença de Parkinson é por exclusão. Em caso de dúvida alguns médicos recomendam exames como eletro encefalograma, tomografia computadorizada, ressonância magnética, análise do líquido espinhal, etc., para poderem tirar todas as dúvidas de que o paciente não possui nenhuma outra doença cerebral. O resultado do exame da doença é baseado nos registros clínicos do doente e no exame neurológico.

A lentidão de movimentos é um dos maiores problemas para o portador da doença, embora esse sintoma não seja muito notado pelas outras pessoas. Uma das primeiras coisas que a família nota é que o doente demora em fazer as coisas que antes fazia com mais agilidade.

O doente pode ou não sentir a os sintomas, mas o médico pode verificar no consultório se ela existe nos braços, nas pernas e no pescoço. A face torna-se mais rígida e parece que esta se congelando. Não se sabe se é a rigidez que causa a postura anormal do parkinsoniano.

A progressão da doença é variável de pessoa para pessoa. Para alguns parece que a doença está estabilizada, porque a evolução é vagarosa. Na maior parte dos casos a lentidão causada pela enfermidade altera a qualidade de vida do paciente. É impossível predizer o futuro. A doença de Parkinson não piora rapidamente.

Atualmente não existe cura para a doença de parkinson. Porém, ela pode ser tratada, não apenas combatendo os sintomas, como também atrasando o seu avanço. A grande barreira para se curar a doença está na própria genética humana. No cérebro, diferente do resto do organismo, as células não se renovam. Contanto não há nada a se fazer diante da morte das células produtoras da dopamina na substância negra. A única arma dos médicos para combater o mal de Parkinson são remédios e cirurgias. Todas elas somente combatem sintomas.

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